Silêncios clarinam ao longe?

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Amélia Luz arrisca homenagear seu pai, Odilon Mendes da Luz, falecido jovem, músico que tocava trompete, e que continua “clarinando”ao longe em suas lembranças. Desvendando mistérios guardados, revive em crônicas, expostas sob um manto de poesia, temas do seu universo interior. Histórias, lugares, pessoas, hábitos, família e amigos, observados numa prosa simples, procurando dar sentido à própria identidade sem permitir invasões estranhas, alheias ao seu viver. Recorda o "angelus", a Ave Maria no velho rádio, o toque do sino, os pais reunidos na pequena sala, o crucifixo, as meninas prontas para dormir: - A benção, mamãe! A benção, papai! Uma frase que ainda soa aos ouvidos falada a duas vozes: - “Que Deus as abençoe.” Momento de delicadeza, agasalho, proteção, efusão de amor profundo. Lamenta ao pensar que a maioria das crianças de hoje, não mais ouvem essas mágicas palavras que constroem fortalezas.

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